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A Rede Globo venceu uma ação judicial movida contra o apresentador Sikêra Júnior e a TV A Crítica, onde ele atua. A emis...
24/01/2025

A Rede Globo venceu uma ação judicial movida contra o apresentador Sikêra Júnior e a TV A Crítica, onde ele atua. A emissora alegou que Sikêra teria incitado o ódio contra a Globo e a família Marinho em diferentes ocasiões entre 2019 e 2020. Como resultado, o apresentador foi condenado ao pagamento de R$ 100 mil.

A decisão foi proferida pela juíza Lia Maria Guedes de Freitas, do Tribunal de Justiça do Amazonas. Cabe recurso. Segundo a magistrada, ficou comprovado que o apresentador usou sua influência nos programas que comandava para fomentar uma campanha de ódio contra a emissora.

Nos autos, a Globo destacou que, em 2019, Sikêra afirmou repetidamente que a empresa “não pensa no povo brasileiro” e “só pensa na safadeza, no que eles querem”. Ele também teria insinuado que a emissora mantinha relações escusas com a política nacional, influenciando eleições e destituições de presidentes, além de declarar: “É nojento, é covarde o que estão fazendo com o Presidente do nosso país”. À época, o presidente era Jair Bolsonaro, de quem Sikêra é apoiador declarado.

Outras falas atribuídas ao apresentador incluem acusações de que a Globo promovia a ideia de que “todo policial não presta” e defendia criminosos. Ele teria dito ainda: “A bala perdida só sai da arma do policial, o bandido, não, ele acerta. A Globo está acabando com a família brasileira”.

A acusação mais grave, segundo a Globo, foi a insinuação de práticas pedófilas envolvendo a emissora. Sikêra afirmou: “Eles (Globo) aliciam os menores, as crianças, as famílias brasileiras. Tem uma tara da Globo sobre isso”.

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O Ranking de Competitividade dos Municípios, divulgado pelo Centro de Liderança Pública, revelou que Maceió ocupa a últi...
24/01/2025

O Ranking de Competitividade dos Municípios, divulgado pelo Centro de Liderança Pública, revelou que Maceió ocupa a última posição entre as 26 capitais brasileiras no quesito educação, considerando acesso e qualidade do ensino.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (SINTEAL), Izael Ribeiro, apresentou ao Ministério Público Estadual (MPAL) um dossiê detalhando a situação alarmante da educação em Maceió.

O relatório incluiu informações do Conselho Municipal de Educação (Comed) e apontou problemas como o sucateamento das creches “Gigantinhos”, superlotação e escolas com infraestrutura insuficiente.

“Vamos atuar em conjunto com órgãos como o Comed e o MPAL para buscar soluções concretas para os problemas educacionais, especialmente na educação infantil”, afirmou Ribeiro.

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*Com Folha de Alagoas

A Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL) divulgou nesta quarta-feira (22) o conteúdo de quatro cartas atrib...
22/01/2025

A Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL) divulgou nesta quarta-feira (22) o conteúdo de quatro cartas atribuídas ao líder de uma facção criminosa preso no Presídio do Agreste, em Girau do Ponciano. Segundo as autoridades, as cartas, interceptadas pelas polícias Civil e Penal, revelam detalhes das atividades da organização, que atua no bairro do Bom Parto, em Maceió, e na cidade de Rio Largo.

A divulgação ocorre no contexto da Operação Hermes, que investiga o grupo criminoso há seis meses. Durante a operação, 84 mandados foram expedidos, sendo 43 de prisão e 41 de busca e apreensão. Na última terça-feira (21), 24 suspeitos foram detidos, incluindo 20 homens e quatro mulheres.

De acordo com a SSP, os líderes da facção são dois detentos que cumprem pena no Presídio do Agreste, em Alagoas, e no Presídio Dr. Rorenildo da Rocha Leão, em Palmares, Pernambuco. As cartas revelaram ordens de pagamento, instruções operacionais e cobranças destinadas aos integrantes do grupo.

O grupo tinha uma movimentação financeira estimada em R$ 150 mil mensais, proveniente do tráfico de dr**as, principalmente na região de Limoeiro de Anadia, no interior de Alagoas. Para ocultar os lucros ilícitos, a facção utilizava métodos já conhecidos pelos órgãos de segurança, incluindo a lavagem de dinheiro.

O delegado Gustavo Henrique, chefe de Inteligência da SSP, afirmou que familiares dos detentos, como companheiras, irmãs ou até mesmo mães, frequentemente assumiam o papel de intermediários das operações criminosas. "As cartas serviam como meio de comunicação entre os líderes e os demais integrantes, detalhando as tarefas a serem cumpridas", explicou o delegado.

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Endereço

Maceió, AL

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