Revista Mães que Escrevem

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Revista Mães que Escrevem Publicamos mulheres há 8 anos ♀️
Apoio e acolhimento através da escrita
+ de 2000 textos ✍️🏽 ISSN 2965-2596
Fundadora .escritora

A palavra “mãe” sempre soou como um punhal rasgando minha alma. Mãe era enigma e dor. Como pode alguém que não conhecemo...
20/09/2025

A palavra “mãe” sempre soou como um punhal rasgando minha alma. Mãe era enigma e dor. Como pode alguém que não conhecemos nos doer tanto? Como pode a ausência ser tão presente, a ponto de ocupar todos os espaços da memória? Minha criança interior deve ter lembranças maternas, mas eu não. Nenhum cheiro, nenhum som, nenhum afeto.

Minha mãe faleceu quando eu tinha apenas sete meses de vida. Tão nova, já conheci a dor da separação do elo mais forte que o ser humano pode ter. Provei cedo o amargo gosto da morte e, por isso, me acostumei a ela. A morte tornou-se minha madrasta: embalou meu berço com suas mãos frias, acompanhou meus tropeços sem estender os braços. Mas seguimos juntas, de mãos dadas com a amargura, a solidão, o vazio. Sem colo, sem refúgio, encolhi-me.

Leia o texto completo no site www.maesqueescrevem.com.br (link na bio)

Por Aline Maria Magalhães /

Não queremos flores, queremos acessibilidade.Não queremos aplauso, queremos direitos garantidos.Não queremos “superação”...
20/09/2025

Não queremos flores, queremos acessibilidade.
Não queremos aplauso, queremos direitos garantidos.
Não queremos “superação”, queremos quebra de barreiras.

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é sobre visibilidade, resistência e transformação social.
Capacitismo não é detalhe, é violência. E não vamos normalizar isso.

Na Mães que Escrevem, lutamos para que cada voz seja ouvida, cada corpo seja respeitado, cada vida seja plena.

📢 Porque inclusão não é discurso: é prática diária, é política pública, é justiça social.

Dizem que, quando nasce um bebê, nasce também uma mãe. Mas, alerta de spoiler: é mentira!O que ninguém fala é que o que ...
19/09/2025

Dizem que, quando nasce um bebê, nasce também uma mãe. Mas, alerta de spoiler: é mentira!

O que ninguém fala é que o que nasce junto é uma criatura híbrida, metade ser humano, metade panda de olheiras profundas, com superpoderes questionáveis como ouvir o choro do filho a cinco quilômetros de distância, mas perder o celular que está com a lanterna ligada na própria mão.

Eu mesma só fui entender a palavra maternidade de verdade quando percebi que ela rima com loucura — claro que não no som, no sentido —, porque é uma dança entre amar profundamente e, ao mesmo tempo, sonhar com alguns minutos sozinha no banheiro.

No início, você imagina que vai ser igual aos comerciais de fralda: um bebê sorridente, uma mãe impecável, cabelo sedoso e uma casa branca sem uma mancha de suco. Pois bem, a realidade é outra.

Leia o texto completo no site www.maesqueescrevem.com.br (link na bio).

Por Aline Cadilhe –

A Revista Mães que Escrevem estará presente na feirinha literária do projeto em rede Modos de Acessar, do Sesc SP, em ce...
17/09/2025

A Revista Mães que Escrevem estará presente na feirinha literária do projeto em rede Modos de Acessar, do Sesc SP, em celebração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21 de setembro), instituído pela Lei nº 11.133/2005.

Estaremos representadas por mães atípicas, mães autistas e mães com dislexia, que transformam suas vivências em literatura e ativismo. Além das obras autorais que abordam inclusão, maternidade e neurodivergências, também vamos apresentar a própria revista Mães que Escrevem, nosso trabalho coletivo e alguns produtos temáticos de maternidade, escrita e pessoa com deficiência.

Entre as obras que estarão na feira:

💟O Pinguim Azul – amizade, inclusão e autismo - Michelly Gassmann - .michelly

💟Eu nunca gostei de poesia – poesia como cura e autoconhecimento. - Merceder Arana -

💟Os meninos da Casa Amarela – adoção e acolhimento. Rachel Reis -

💟Representações sociais sobre a criança disléxica – compreensão e apoio no contexto escolar - Cassia Costa.

😍A literatura como espaço de escuta, acolhimento e luta por respeito às diferenças. Te esperamos!

A obra de Mercedes Arana , Eu nunca gostei de poesia, estará com a gente no dia 21/09, a partir das 13h, no Sesc Bom Ret...
16/09/2025

A obra de Mercedes Arana , Eu nunca gostei de poesia, estará com a gente no dia 21/09, a partir das 13h, no Sesc Bom Retiro, em SP. A feirinha do BomRá reunirá pessoas PCD e seus trabalhos. 😍

Conheça a autora.

Meu livro é um paradoxo que traz paz. Eu nunca gostei de poesia, é verdade. Sempre me dediquei aos contos curtos e escrevi algumas novelas. Mas, ao longo da minha vida — principalmente desde a adolescência — passei por etapas de dificuldades e desequilíbrios emocionais, causados por insônia, ansiedade, problemas de relacionamento e pela busca do sentido da minha vida. Cada uma dessas fases deu origem a poesias e até mesmo a algumas músicas.
Depois dos meus diagnósticos de neurodivergências e da maternidade, alcancei níveis de autoconsciência que fizeram com que todo o sofrimento vivido e a busca incansável de tantos anos ganhassem sentido por meio do autoconhecimento e da aceitação de mim mesma. Eu nunca gostei de poesia, mas foi justamente nela que encontrei a paz interior.

Prestigiem 🌻

Este livro é o resultado do II Concurso Escrevivências Maternas e reúne os textos de 36 autoras que transformaram suas v...
12/09/2025

Este livro é o resultado do II Concurso Escrevivências Maternas e reúne os textos de 36 autoras que transformaram suas vivências em palavras cheias de afeto, força e resistência.
Cada página é um testemunho de maternidade, escrita e mundo vivido — histórias que se entrelaçam e acolhem.

A capa, criada pela talentosa Crys Castro, traduz em imagem toda a delicadeza e a potência desse projeto coletivo.

Foram muitas mãos, olhares e corações para que este livro ganhasse vida — e agora ele começa a chegar até vocês.

Em breve, estará circulando para que nossas histórias ecoem ainda mais longe.

Equipe Técnica

Organização e Edição: Jo Melo .escritora
Ilustração da capa: Crys Castro
Revisão de provas: Dhebora Hevelin
Revisão: Angélica Filha
Gestão administrativa: Letícia Gomes
Projeto gráfico e Diagramação: Thaila Nagazawa .nagazawa

Autoras

Aline Maciel — .comassetto
Aline Maxiline Pereira Oliveira —
Andrea Nunes —
Bianca Weinberg —
Bibianne Terra —
Bruna Ataíde de Lima Lopes — .escritos
Perséfone —
Bruna Regina — .na.regina
Brunna Rabelo Santiago — .fem
Ceilma Souza Freire —
Cristina Souza —
Daiane Katiuscia —
Deia Morais —
Fabi Leffa —
Giseli Alves — ._
Heloísa do Canto Lopes Bastos — .escreve
Janice Cordeiro Moreira —
Julia Pastore —
Lilian Fernanda Blasioli Soares —
Lisianne Lima de Santana —
Marcelle Rodrigues Silva —
Mercedes Arana —
Michele Magalhães —
Michelly Inácio Gassmann — .michelly
Natália Veloso —
Paula Gorini —
Priscila Cardoso —
Rebeca Santiago Alexandria —
Roberta Santiago —
Rosani Matoso —
Ruany Azevedo —

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Leia atentamente antes de enviar o seu texto! Link do formulário está na bio! Compartilhe e participe.
09/09/2025

Leia atentamente antes de enviar o seu texto! Link do formulário está na bio! Compartilhe e participe.

Vem participar com a gente! Preencha o formulário no link da bio até domingo. 🩵
02/09/2025

Vem participar com a gente! Preencha o formulário no link da bio até domingo. 🩵

Se você ou seu filho(a) é PCD (Pessoa com Deficiência), queremos expor seu livro na Feirinha do BomRá – Modos de Acessar...
02/09/2025

Se você ou seu filho(a) é PCD (Pessoa com Deficiência), queremos expor seu livro na Feirinha do BomRá – Modos de Acessar no Sesc Bom Retiro, em São Paulo, que acontecerá no dia 21 de setembro.

Para participar, por favor, leia as informações abaixo e preencha o formulário: https://bit.ly/feirinhasescmaesqueescrevem

Hoje celebramos esses profissionais essenciais que nos guiam na jornada do autoconhecimento e do cuidado com a saúde men...
27/08/2025

Hoje celebramos esses profissionais essenciais que nos guiam na jornada do autoconhecimento e do cuidado com a saúde mental. Eles são a voz da acolhimento e da transformação, ajudando a construir um mundo mais consciente e empático.

Para homenagear essa data, queremos apresentar as incríveis psicólogas que fazem parte da nossa comunidade na Revista Mães que Escrevem:

Amanda Jonas Nascimento Psicóloga com prática clínica focada no acolhimento de mulheres, gestantes, mães, homens e pessoas LGBTQIAPN+. Uma escuta sensível que vai além dos diagnósticos, promovendo o cuidado integral e a afirmação da vida.

Ana Beatriz .anabeatriz Mãe e psicóloga, com especialização em neurociências. Realiza atendimento on-line e presencial para jovens e adultos.

Gisele Mestieri Psicóloga e pedagoga com 23 anos de experiência, especialista em Psicopedagogia e ciência TEACHH para pessoas com TEA. Atende a preço social on-line e presencial no ABC Paulista.

Ramona Matos - Psicóloga com mais de 13 anos de experiência, especialista em psicoterapia breve. Seu foco é o cuidado de quem cuida, oferecendo um ambiente de acolhimento e escuta para mães e pais no processo de autoconhecimento.

Se você conhece ou passa com as nossas psicólogas, comente aqui.

Compartilhar momentos especiais dos nossos filhos é natural, mas por trás da inocência de uma foto, podem existir riscos...
21/08/2025

Compartilhar momentos especiais dos nossos filhos é natural, mas por trás da inocência de uma foto, podem existir riscos invisíveis.

É por isso que a primeira regra de segurança digital é: evite postar fotos de crianças com uniformes da escola ou identif**ações de locais de atividades e terapias.

Por quê?

Uma foto de seu filho com o uniforme da escola, de um time esportivo ou em frente a uma clínica pode dar a pessoas mal-intencionadas o "mapa" da rotina da criança. Esses detalhes revelam:

Qual escola ela frequenta.

Em qual bairro ela mora (indicado pela escola).

Quais atividades e locais ela frequenta regularmente.

Cada detalhe que parece inofensivo é uma peça valiosa que, se combinada, pode expor a criança a perigos reais.

A dica de ouro é simples: menos é mais.

Antes de postar, pergunte-se: "Essa foto revela algo que pode colocar meu filho em risco?". Se a resposta for sim, a melhor escolha é não postar.

Ao limitar a exposição online de seus filhos, você não apenas os protege hoje, mas também lhes dá o presente inestimável de uma privacidade que eles mesmos poderão escolher no futuro. A pergunta que f**a então, é: a vida deles precisa estar nas redes sociais para ser celebrada?

Compartilhe esta mensagem com outros pais. A segurança dos nossos filhos é uma responsabilidade coletiva.

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