25/12/2025
Bilhões no mundo celebram o Natal. É a festa da Encarnação. Até os não cristãos entram no ambiente de paz, solidariedade e harmonia, inspirado em Cristo Jesus.
Segundo a Bíblia, Jesus nasce rei, o rei davídico, das profecias hebraicas anunciando o Reino de Deus. A ideia é que o SENHOR é o Rei, mas seu reino não chegou em plenitude. Ele é rei de direito, mas ainda não é de fato, pois a criação ainda está em rebelião.
Mas o bebê da manjedoura incomoda. Tentam cancelá-lo ou ridicularizá-lo. Entre o deboche e a marginalização vive sua oposição. Escarnecer é arma de quem nada pode oferecer. E bilhões se identificam com Jesus, a pessoa de maior impacto positivo na história! Além de amado e seguido em todo o mundo por cristãos, Jesus é profeta no Islã, é importante para milhares de judeus. Sem falar que Jesus foi inspiração de gente secular como Tolstói, Dostoiévski, Pascal, Newton, Kierkegaard, Einstein, Mandela, Luther King. Por que alguém achincalharia Jesus, Maria e José?
O Natal já parou guerras. No triste mundo em que vivemos, raras são as oportunidades de paz, harmonia e solidariedade. Milhões estão se mobilizando para aliviar a dor dos pobres e doentes do mundo, inspirados pelo nobre rabino da Galileia, contra quem semeia ofensa e violência.
O Natal é sonho de pobres e oprimidos. Para um secular Jesus é uma ideia, um conceito abstrato, uma referência antropológica! Mas, para milhões de pobres das periferias, crentes simples dos morros e das quebradas, Jesus é a sua vida. Eles falam com ele todos os dias em oração. Choram quando ouvem seu nome.
Foi Jesus que tirou o filho da faxineira do crime, que livrou o filho da diarista das dr**as; ele lhes salvou a vida. Debochar de Jesus é achincalhar a pessoa mais querida do coração deles. Para essa gente, vítima da ganância dos poderosos e do estado omisso e corrupto, Jesus é o caminho da superação na vida.
Maria explica (Lc 1.52-53).
Derrubou governantes dos seus tronos, mas exaltou os humildes.